As diretoras do CRN-7 – Pilar Moraes e Rahilda Tuma – representaram o Conselho e a categoria dos nutricionistas no Festival Açaí Pará – Edição COP 30, projeto idealizado pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, realizado nos dias 13 e 14 de junho.
Ao longo dos dois dias de programação, de forma inédita, a Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) marcou presença no evento com a apresentação de um mega estande, coordenado pela Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor (CDHDC). No local, os visitantes puderam entender sobre os inúmeros temas que detalham a importância econômica e social do fruto, seu conjunto de políticas públicas, memória e identidade cultural.
As conselheiras do CRN-7 fazem parte do Grupo de Trabalho do Açaí na Alepa, que em breve, deve apresentar à sociedade e ao governo do Estado, a proposta para criação do Fundo Açaí. O evento proporcionou, também, a capacitação gratuita para cerca de 300 batedores de açaí artesanal, com cursos ministrados pela Vigilância Sanitária do município de Belém e por agentes da Secretaria de Estado de Saúde (Sespa).
“No estande, tivemos como objetivo a realização de uma pesquisa com os expositores sobre as perspectivas que eles têm da crise do abastecimento do açaí”, explica a nutricionista Pilar Moraes, diretora-secretária do CRN-7. “Aplicamos um questionário de pesquisa para subsidiar o relatório do grupo de trabalho da Alepa, pois faremos um projeto de lei, e quanto mais pessoas forem consultadas, mais consistente fica”, conta Pilar.
“Estivemos no evento para mostrar para a população, primeiro, a questão da crise de abastecimento do açaí no Pará, e segundo, mostrar o papel do nutricionista e do técnico em nutrição e dietética nessa cadeia, desde a produção até o consumo, especialmente nos aspectos relativos à segurança alimentar e nutricional e também mostrando o valor nutritivo do açaí e todos os benefícios que ele pode que ele traz à saúde humana, desde que consumido com uma segurança sanitária, que ele seja garantido essa questão sanitária especialmente voltada ao controle e à prevenção da Doença de Chagas”, encerra Rahilda Tuma, vice-presidente do CRN-7.
com informações da Agência Pará